Natural de Santa Comba Dão e a viver em Vila Nova de Gaia desde o ano 2001, Ana Rufino é a fundadora e sócia-gerente da Condomínios com Vida, empresa que criou em 2019 com o objetivo claro de transformar a forma como os condomínios são geridos na região do Grande Porto — com mais proximidade, mais transparência e com foco na valorização do património.
Com uma sólida experiência na área comercial e uma forte ligação ao setor do turismo, foi quase por acaso que se viu a assumir a gestão de uma empresa de condomínios no Porto. No entanto, o que começou como um desafio inesperado rapidamente se tornou numa paixão: percebeu que havia muito a melhorar e decidiu criar a sua própria empresa para fazer diferente — e melhor.
Hoje, com mais de 8 anos de experiência em gestão de condomínios, a Ana Rufino alia o seu conhecimento técnico e espírito prático à sua dedicação às pessoas e ao património. Acredita numa administração de condomínios baseada em três pilares essenciais: técnico, económico e funcional — e é com esse compromisso que acompanha de perto cada condómino.
Trabalha com seriedade, mas com um sorriso fácil. Gosta de estar presente, de acompanhar e de fazer com que cada cliente sinta que está em boas mãos.
A manutenção de edifícios não é apenas uma obrigação legal: é uma estratégia inteligente para valorizar o património, evitar avarias inesperadas e reduzir custos que, quando acumulados, podem pesar seriamente no orçamento do condomínio.
Em Portugal, ainda existe a tendência de agir “apenas quando algo avaria”. O resultado? Reparações urgentes, despesas mais elevadas, risco acrescido para condóminos e perda de eficiência dos equipamentos. A boa notícia é que tudo isto é evitável com um plano de manutenção preventiva sólido e bem executado.
Neste artigo explicamos como implementar esse plano, quais são os pontos críticos num condomínio e porque é que o investimento na prevenção compensa!
A gestão de condomínios em Portugal tem vindo a crescer nos últimos anos e, com ela, também o número de queixas. Só em 2023, mais de quatro mil reclamações foram registadas no IMPIC, muitas relacionadas com má administração, falta de transparência e retenção de fundos.
Mas afinal quem regula as empresas de gestão de condomínios? Quem fiscaliza, quem recebe queixas e quem pode realmente agir?
Se procura respostas claras e alinhadas com a realidade portuguesa, leia este artigo. Esperamos conseguir esclarecer todas as suas dúvidas!
Quando falamos em “contas mal geridas” num condomínio, referimo-nos a situações em que a administração não cumpre as boas práticas de transparência, planeamento e conformidade legal.
Em termos práticos, significa que a informação financeira do condomínio é pouco fiável, incompleta ou incorreta, levando a:
falta de transparência (os condóminos não sabem ao certo onde o dinheiro é gasto);
erros de execução orçamental (por exemplo despesas sem cobertura, fundos em falta, etc);
incumprimento de obrigações legais, como a constituição do Fundo Comum de Reserva (FCR) ou a prestação anual de contas.
O elevador avariou, o telhado tem infiltrações ou alguém propôs pintar a fachada: afinal, quem paga as obras no condomínio em Portugal?
Esta é uma das dúvidas mais comuns de quem vive ou investe em prédios em regime de propriedade horizontal. Neste guia da Condomínios com Vida, especialista em gestão de condomínios no Porto, explicamos as regras, exceções e consequências legais relacionadas com o pagamento de obras.
Não receber convocatórias de assembleia é mais comum do que se pensa e pode comprometer a boa gestão de qualquer condomínio. Se a administração do seu prédio não convoca reuniões, saiba os seus direitos e como agir para garantir transparência e legalidade.
Ter dificuldades para pagar as obras do condomínio não é assim tão invulgar, mas exige ação imediata da sua parte e conhecimento dos riscos. Este artigo da Condomínios com Vida, empresa especialista na administração de condomínios no distrito do Porto, ajuda a perceber como proceder, evitar problemas legais e proteger o valor do seu imóvel.
Gerir um condomínio é mais complexo do que parece… à primeira vista. Quem trata da limpeza? Quem paga as contas? E quando surgem conflitos ou avarias, quem resolve? Estas são apenas algumas questões que podem surgir e tornam evidente a importância de ter um apoio especializado.
Uma empresa de gestão de condomínios, como a Condomínios com Vida, existe precisamente para assumir as responsabilidades inerentes ao edifício e libertar os moradores desse peso. Ao entregar a administração a profissionais, o condomínio ganha organização, transparência e tranquilidade.
Para compreender de que forma estas empresas podem simplificar a sua vida e a dos seus vizinhos, conheça as principais áreas de atuação e os problemas que ajudam a resolver.
A convivência humana, por si só, é desafiante, pode inevitavelmente gerar conflitos e num condomínio não é diferente! Um dos mais comuns, surge quando a administração não age a tempo, não responde ou simplesmente ignora os problemas. O que fazer então nestas situações?
Neste artigo explicamos, de forma clara e prática, quais os passos que pode seguir para garantir que os seus direitos são respeitados e que o condomínio funciona como deve.
A assembleia de condóminos é o momento onde se tomam decisões que afetam a vida de todos os moradores. Isto pode abranger, desde a aprovação de orçamentos até às obras de manutenção ou alterações nas áreas comuns. Mas o que acontece quando uma deliberação parece injusta, ilegal ou simplesmente contrária aos interesses do condomínio?
Contestar decisões da assembleia de condóminosé um direito de todos os moradores, mas é importante saber como fazê-lo, de forma correta e eficaz.
Quando se trata de gestão de condomínios, uma das dúvidas comuns entre condóminos é simples, mas crucial: afinal, é obrigatório contratar uma empresa de gestão de condomínios ou não?
A resposta é não, não é obrigatório por lei contratar uma empresa para gestão do condomínio, mas tem de haver um condomínio constituído (com o seu próprio n.º de contribuinte) e um administrador (seja ele interno ou externo). Neste artigo, explicamos o que a lei diz sobre isto e quando faz sentido contratar uma empresa para gerir o condomínio.